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Revista de Estudos de Cultura

A revista de Estudos de Cultura da UFS é um periódico do Núcleo de Estudos de Cultura da UFS, Pólo autónomo internacional do CLEPUL: HISTÓRIA, CULTURA E EDUCAÇÃO, que foi criado com o intuito de congregar pesquisadores das grandes áreas de Ciências Humanas, de Ciências Sociais e Aplicadas e de Letras, Linguística e Artes, para que, numa relação recíproca e não hierárquica de trocas e empréstimos, possam romper-se as limitações disciplinares que dificultam perspectivas renovadoras de reflexão sobre a cultura moderna e contemporânea, com ênfase no estudo de seus aspectos organizacionais e representacionais.

ISSN: 2446-7189

The Journal of Studies of Culture of the Federal University of Sergipe is a periodical of the Núcleo de Estudos de Cultura (The Center of Studies of Culture) of the said institution, an autonomous branch of CLEPUL (The Center for Research of the Faculty of Letters of the University of Lisbon), created with the intention of bringing together researchers from the vast fields of Human Sciences, Social and Applied Sciences, Languages, Linguistics and Arts, so that, through a reciprocal and non-hierarchical exchange, disciplinary limitations which hinder the emergence of new ways of conceiving modern and contemporary culture will be overcome, by placing some emphasis on their organizational as well as representational aspects.

Notícias

 

Chamada para Publicação XV

 

Dossiê "O Terror entre a Retórica e a Literatura"

Prazo final para submissão: 30/03/2020 

A Revista de Estudos da Cultura, da Universidade Federal de Sergipe, convida professores e pesquisadores interessados para colaborarem com o dossiê “O terror entre a retórica e a literatura”. O locus horrendus, tópica longeva que pode ser identificada em diferentes gêneros discursivos desde a Antiguidade, constituía uma experiência eficaz na promoção daquilo que denominamos “terror”. Exemplos de aplicação deste lugar comum são abundantes: as cenas de batalhas nos poemas homéricos, a figuração do Tártaro na epopeia de Virgílio, a configuração dos nove círculos que configuram o inferno dantesco etc. O terror, portanto, pode ser apreendido como um constructoretórico capaz de instruir e deleitar os leitores, partindo-se na máxima segundo a qual a experiência trágica, quando apartada do perigo e dos horrores que a caracterizam, torna-se atrativa e agradável. Em sua versão moderna, no regime literário, o terror mantém a função de promoção do deleite e assume papel central no refinamento do gosto estético. Articulado ao debate que deu origem à estética romântica, operando no registro em que a autoria e os efeitos sensíveis produzidos pelo texto são entendidos como questões psicológicas, o terror literário se populariza na poesia e na prosa. Dos vilões dos castelos góticos, típicos dos romances do século XVIII, aos impiedosos assassinos urbanos, comuns nos textos ficcionais do século XIX, o terror se afirma como um recurso capaz de aguçar as mais variadas sensações em uma gama ampla de leitores. Torna-se recurso privilegiado para a exploração de enredos insólitos e de dramas psicológicos, ajudando a tornar a literatura produto atraente para um emergente mercado de entretenimento. 

 

Organizadores:

Prof. Dr. Cleber Vinicius do Amaral Felipe (INHIS-UFU)

Prof. Dr. Lainister de Oliveira Esteves (INHIS-UFU)
 
Publicado: 2019-12-04 Mais...
 
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v. 4, n. 12 (2018): Letras e História


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